Deixa eu te descrever um dia que se repete em toda feira de fornecedor.
O empresário chega animado. Anda corredor por corredor, pega catálogo, junta cartão, tira foto de produto bonito. Sai às 17h com a sacola pesada e a sensação de que viu bastante coisa.
Duas semanas depois, o WhatsApp dele tem doze fornecedores que pararam de responder e zero negociação aberta.
Isso não é azar. E não é culpa da feira.
É que ninguém entra num pavilhão de 20 mil metros quadrados sem critério e sai de lá com fornecedor. Feira não se visita — feira se trabalha. E trabalhar uma feira tem método: que estande vale a parada, o que você exige por escrito antes de sair do balcão, como identificar se aquilo ali é fábrica ou uma trading company se passando por fábrica.
Em 20 anos de comércio exterior e mais de 200 containers, eu aprendi esse método do jeito caro: errando. Você não precisa pagar esse preço.
No dia 17 de setembro, minha equipe monta um dia inteiro em volta da China Homelife Brazil. E leva você junto.